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São Francisco Marto patrono da UASP!
Proclamação de São Francisco Marto patrono da UASP

Considerando que passou já uma década sobre a realização do Congresso dos Antigos Alunos dos Seminários Portugueses (2009), patrocinado pelo Santuário de Fátima no contexto das celebrações do centenário do nascimento de Francisco Marto;

Considerando que este ano estamos a viver o Centenário da sua morte, ou seja, do seu nascimento para o Céu: entrada plena e feliz na tão ardentemente desejada contemplação de "Jesus escondido";

Verificando que, na vida dos Antigos Alunos dos Seminários, o que é único é terem passado um tempo mais ou menos longo em comunidade, na procura de um sentido para a vida, fazendo aquela peregrinação na fé de que Maria é modelo;

Verificando que esta procura escavou fundo na nossa alma e ainda hoje, independentemente do rumo escolhido pelos que por lá passaram, quase todos nos sentimos herdeiros e devedores àquela experiência comum;

Sabendo que, chegados aqui, já não conta tanto o lugar onde foi, mas sim com Quem foi, pois Ele é o"caminho, a verdade e a vida" (Jo 14,6), o "mesmo, ontem, hoje e pelos séculos." (Heb 13,8)!

Sabendo que uma certa saudade não nos faz reféns do passado, mas antes peregrinos de um tempo novo, onde reine a paz e a justiça;

Sabendo que a vida espiritual de São Francisco Marto é reflexo daquela Luz Divina, "que, vindo ao mundo, ilumina todo homem" (Jo 1,9) e o conduziu a uma íntima e sublime experiência de Deus;

E desejando colocar sob esta Luz o projecto da UASP para que seja um espaço acolhedor para todos os peregrinos de Deus;

E desejando que nele o maior número possível se possa rever e partilhar as grandes interrogações que nos atravessam a alma e o coração;

A Assembleia Geral da UASP, reunida em sessão ordinária de Outono, proclama São Francisco Marto patrono da União das Associações dos Antigos Alunos dos Seminários Portugueses para que, por sua intercessão, cumpra a sua missão, enriquecendo a vida das Associadas e seus Membros, pois reconhece na sua experiência espiritual um forte estímulo para o crescimento na fé, no amor e na esperança!

Centro de Espiritualidade Francisco e Jacinta Marto
Fátima, 24 de Novembro de 2019

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   PADRE ANJO

Dias Vieira voltou aos livros e à biografia. Desta vez traz-nos mais um sacerdote barrosão de nome de baptismo João Manuel Gonçalves Anjo, nascido e Frades no dia 17 de Janeiro de 1895, filho de João Gonçalves Manuel Anjo e de Ana Fernandes Pereira , baptisado na igreja Paroquial de S. Mamede de Cambezes, no dia 28 seguinte. Estudou, em Braga, na Escola Académica e Seminário de Santo António. Foi ordenado presbítero no dia 17 de Agosto de 1917, começando o seu ministério paroquial em Santo André (1917-1929) e terminando-o em S. Vicente da Chã. Foi director espiritual no Seminário de Gralhas e de Vila Real ( 1937- 1942). Foi assistente eclesiástica da Acção Católica (anos 30).
Da sua juventude conhecem-se reflexões e poemas que escrevia numa espécie de diário. Fundou uma associação, espécie de cooperativa agrícola e a Associação da Mocidade Briosa de Frades. No dinal da segunda década do século XX.
Entre outras funções civis, foi nomeado presidente da Câmara Municipal de Montalegre em 1944. Faleceu no dia 5 de Junho de 1951.

Ribeiro Aires

 

 

 


Apresentação de cumprimentos a D. António Augusto Azevedo


Os corpos sociais da Associação dos Antigos Alunos do Seminário de Vila Real (AAASVR) apresentaram cumprimentos de boas vindas ao excelentíssimo bispo de Vila Real, D. António Augusto Azevedo, no passado dia 18, desejando-lhe felicidades e sucesso no exercício da sua missão.
Além destes votos, a AAASVR quis dar-se a conhecer, informando o prelado da sua história e da sua acção ao longo dos anos da sua existência, afirmando, também, a disponibilidade para iniciativas que ele julgasse adequadas no contexto diocesano.
D. António Augusto Azevedo agradeceu a visita e mostrou a sua satisfação por saber da existência da Associação, não só por este facto, mas porque ela, significa, para os que a integram, a valorização da sua passagem pelo Seminário. Sublinhou que o país não reconheceu o papel dos Seminários, quando não havia rede de ensino básica, nem secundária, embora estes tivesse uma finalidade específica, "mas que formaram muita gente" que,  não seguindo a vida religiosa, " tiveram o maior sucesso" noutras funções. A existência de uma associação deste género "significa que as pessoas têm a consciência do Seminário na sua formação", disse.

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